segunda-feira, 30 de agosto de 2010

HAI-KAIS, MUMIA E LEITE













domingo, 29 de agosto de 2010

Fico muito contente em ter OS HAI-KAIS DO PRÍNCIPE participando da
8º MUMIA – Mostra Udigrudi Mundial de Animação, que acontece em Belo Horizonte - MG, de 8 a 30 de setembro de 2010. http://mostramumia.blogspot.com/

OS HAI-KAIS DO PRÍNCIPE, desenho animado, 13 minutos, 2009.
Em um programa da Rádio Andorinhas, o locutor Vidal Ramos, apresenta dados sobre a vida e obra do poeta Guilherme de Almeida, nascido em Campinas em 1890. Os hai-kais do poeta são musicados pelo Grupo Último Tipo. O filme tem produção assinada por Wilson Lazaretti. O roteiro, grafismo, animação e direção de Maurício Squarisi. O roteiro foi selecionado no edital FICC – Fundo de Investimentos Culturais de Campinas.

MUMIA é organizado pelo animador mineiro Sávio Leite, que nos concede uma breve entrevista:

Café-Grafis: Você é apreciador de café ?
Sávio Leite: Como bom mineiro sou um grande apreciador de café. Não consigo sair de casa sem tomar um gole de café. Quando não tomo café pela manhã, parece que ainda não acordei.

Café-Grafis: Vê alguma relação entre sua atividade e o ato de tomar café ?
Sávio Leite: Trabalho com animação, edição e aulas. O café me deixa mais disposto a fazer o que eu tenho que fazer.

Café-Grafis: Como você distinguiria o MUMIA dos demais Festivais de Animação ?
Sávio Leite: A principal diferença do MUMIA em relação a outros festivais é que o MUMIA não tem seleção. Tudo que for enviado, passa. Com o tempo percebo que esse caráter aberto propicia uma plataforma a jovens realizadores que estão começando a se aventurar na arte da animação. Ao colocar profissionais renomados ao lado de iniciantes, desperta nos iniciantes a ânsia de sempre melhorarem e aperfeiçoarem na arte da animação.

Café-Grafis: Como você vê a evolução do MUMIA nessas 8 edições ?
Sávio Leite: A evolução do MUMIA pode ser percebida hoje na quantidade e na qualidade dos curtas inscritos. Profissionais renomados como os americanos Bill Plympton e Don Hertzfeldt e pela excelência das mostras especiais a cada ano apresentadas. Esse ano, pela primeira vez, temos uma competição para filmes mineiros. O que comprova a vanguarda da cidade de Belo Horizonte, ao ser a
primeira e única capital do Brasil a ter um curso regular a nível superior de cinema de animação.

Café-Grafis: Na sua opinião, o que está acontecendo de mais importante na animação
brasileira atual ?
Sávio Leite: O que está acontecendo de mais importante na animação brasileira
atual é a busca das origens. A vontade e a determinação de colocar na tela o anseio, dúvidas e esperanças de um povo que ainda acredita num futuro melhor para as novas gerações. Outro dado importante, é que uma grande parte dos profissionais estão encontrando lugar no mercado brasileiro e no mercado exterior. Também pela primeira vez vemos aparecer séries animadas, o que demonstra que a animação será ainda mais valorizada no futuro.

Café-Grafis: Como foi sua formação de animador, realizador de filmes ?
Sávio Leite: Sou formado em comunicação, com mestrado em cinema. Meu primeiro
contato com a animação foi através de uma oficina do festival de inverno da UFMG em 1995. Fiquei maravilhado, mas ao mesmo tempo assustado ao perceber que a animação é uma arte que exige persistência e muito trabalho. Depois fiz um curso de roteiro infanto-juvenil na UFMG e ai a animação me pegou. Assistir aos filmes do Tex Avery me fez enxergar o que pretendia com o cinema. Comecei fazendo umas animações em massinha juntamente Clecius Rodrigues, uma pareceria que rendeu muitos filmes.

Café-Grafis: Que animadores você citaria como referência para você ?
Sávio Leite: Tex Avery, Jan Svankmajer, Len Lye, Wladislaw Starewicz, Normam
Mclaren, Matt Groening, Miyazaki.

Café-Grafis: Que trabalhos de sua filmografia você diria que "é a cara do Sávio" ?
Sávio Leite: TERRA - http://www.vimeo.com/11265077
PLUTÃO - http://www.youtube.com/watch?v=_g7D31HFis4&feature=related
MIRMIDOES - http://www.youtube.com/watch?v=BRETbkCpXKQ&feature=related

a entrevista pode ser vista em http://cafe-grafis.blogspot.com/

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

MUMIA - Revista PURA - e-music. e-life


Por Daniel Sellos = http://www.revistapura.com.br/node/1240

Existem professores e mestres, que não só ensinam mas cativam a busca do conhecimento e a prática do aprendizado. Sávio Leite, mestre da animação e professor no curso de Cinema & Video na UNA/Belo Horizonte, dono de uma mente brilhante e muito criativa, é a maior prova viva que acreditar na atitude ainda tem futuro, ele desenvolveu e criou o MÚMIA mostra de animação que acontece anualmente na capital mineira.

Tudo começou em BH: o festival mostrou competência absurda, criou asas e hoje outros ares recebem o evento, que em Outubro aterriza em Quito e Guayaquil no Equador e Trzin na Eslovênia.

Em Belo Horizonte a mostra será realizada do dia 08 a 30 de Setembro. Esse ano, em sua oitava edição, além das animações brasileiras, vários artistas internacionais e animações vindas dos 5 continentes serão exibidas nas telas do Cine Humberto Mauro, no Pálacio das Artes.

Esse ano os convidados de destaque da mostra são os animadores Bill Plympton e Don Hertfeldt, que trarão muitas surpresas e inovações.

Uma viagem visual pra quem participa, acompanha e divulga, o MÚMIA, realmente merece atenção, pois é muito mais interessante e exclusivo quando visto de perto, um museu de informações, cores, rabiscos, traços e sonhos.

Podemos filmar filmes, mas pra animar a imaginação só uma animação. Marquem nas agendas, fiquem ligados e não deixem de conferir, pois é gratuito pra não ter desculpa.

A Revista PURA é a primeira publicação mineira focada na CULTURA da música eletrônica nacional e internacional e em assuntos relacionados à cena.

Repleta de novidades e com a credibilidade de sua equipe de colaboradores, a PURA é uma mídia antenada e moderna.

Há mais de 15 anos, Belo Horizonte acompanha o crescimento da e-music mundial. A cena da cidade cresceu, os eventos se tornaram de grande porte e um novo e promissor mercado, repleto de características próprias e marcantes, apareceu: a música eletrônica. E é neste cenário que surgem a revista e o portal

A PURA estimula em seus leitores a consciência ambiental, a elevação espiritual e a transcendência que o estilo musical eletrônico proporciona. E vai além. Aborda assuntos relevantes para todas as tribos, como moda, tecnologia, comportamento, arte, tendências e cultura, que são tratados de maneira arrojada, com uma linguagem jovem e layout moderno.

Defensora dos conceitos da sustentabilidade e integração com a natureza, a Revista PURA é impressa em papel Reciclato e recheada de grafismos inspirados em elementos orgânicos e psicodélicos. Bimestralmente, a publicação traça o perfil da cena de BH e das principais festas e festivais da música eletrônica de Minas Gerais, do Brasil e do mundo.

Para complementar a revista, o portal PURA oferece de forma dinâmica o que há de mais quente na cena eletrônica nacional e mundial, entretenimento de qualidade, interatividade e prêmios, além de trechos de reportagens e entrevistas publicadas na edição impressa.

Paz, União, Respeito e Amor. É essa a mensagem que a PURA quer passar, visando intensificar a relação entre os realizadores de eventos de música eletrônica e o seu público em todo o projeto editorial, ações promocionais e parcerias. Assim, juntos, podemos resgatar a cultura e a essência presentes no espírito e na vibe que a cena eletrônica proporciona.

PURA
E-music, e-life.
http://www.revistapura.com.br/

sexta-feira, 30 de julho de 2010

TRANSFER


TRANSFER – arte urbana e contemporânea, transferências e transformações - é uma extensa e complexa mostra de arte urbana e contemporânea sobre seres criativos que surgem de um universo paralelo da arte. Artistas com raízes ligadas a movimentos
da contracultura como o punk, o hip hop, o fanzine e o graffiti,cuja produção ainda é pouco estudada e documentada. A mostra proporciona pontos de partida para se explorar e discutir esses universos criativos que estão conquistando cada vez mais espaço na sociedade e fundindo-se ao circuito de exposição, discussão e
comercialização da arte contemporânea.

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TRANSFER is an exhibition showcasing contemporary visual art, street art, skateboarding (via photos,videos and live performances), independent music, as well as underground comics and fanzine art from the last two decades. Featured within the framework of this concept, original artwork and site-specific installations from internationally acclaimed Brazilian and American artists with roots in urban culture will be on view. The exhibition highlights the history and complexity of these interrelated creative cultures between both nations that now are merging with the mainstream art world on an international scale.

MINI CICLO:
MARTE, PLUTAO, TERRA, MERCURIO E EU SOU COMO O POLVO: 25 MINUTOS

INFORMACOES:
20 de julho a 12 de setembro de 2010.

De terça a domingo, das 9h às 18h, com entrada até as 17h.

Ambiente acessível. Entrada gratuita.

Pavilhão Das Culturas Brasileiras (ex-Prodam)

Parque Ibirapuera,

Rua Pedro Alvares Cabral, s/nº

São Paulo - SP

Estacionamento disponível pela entrada do portão 10

http://transfer.art.br/

terça-feira, 20 de julho de 2010

"Transfer" leva arte urbana ao novo Pavilhão das Culturas Brasileiras (SP)













18/07/2010 - 10h30
"Transfer" leva arte urbana ao novo Pavilhão das Culturas Brasileiras (SP)
EDSON LOVATTO - Colaboração para o UOL

O Pavilhão das Culturas Brasileiras foi inaugurado em abril deste ano com a promessa de atrair o grande público do Parque Ibirapuera (SP) apostando na mistura de arte popular, indígena e contemporânea. Para manter-se fiel às origens, o novo museu abre suas portas neste domingo (18) para um megaevento de arte de rua. Até 12 de setembro, a mostra "Transfer" apresenta mais de 500 obras assinadas por cerca de 150 artistas nacionais e internacionais, das mais variadas técnicas --pintura, desenho, arquitetura, fotografia, música, vídeo, registros de intervenções e performances.

"São trabalhos que têm raiz no grafite, mas também em várias outras subculturas, como o skate, a música independente e os quadrinhos", diz o organizador Lucas Ribeiro "Pexão", em entrevista para o UOL. "Todos carregam em comum uma força de comunicação muito direta com o público e, por mais que tenham uma carga conceitual, podem ser apreciados de várias formas", fala.

Para reunir todo este material, "Pexão" conta que se valeu de anos de contato com a cultura independente. "Sempre tive uma relação muito próxima com arte e conheço a esmagadora maioria dos artistas participantes. Para este atual formato [uma primeira versão da mostra aconteceu em Porto Alegre, em 2008], contei com a ajuda de três curadores [Fabio Zimbres, Alexandre Cruz Sesper e Christian Strike]", conta.

Eixos
"Transfer" está organizada em quatro eixos. Como o próprio nome denuncia, "Intervencionistas" aposta nas expressões efêmeras, trazendo registros --em fotografia e vídeo-- produzidos por documentaristas especializados e/ou artistas. Também apresenta uma instalação fotográfica criada pelos paulistanos Louise Chin e Ignacio Aronovich, conhecidos como Lost Art, com imagens captadas na capital paulista e em viagens pelo mundo. Há ainda outra instalação com imagens da cultura do skate aplicadas em plataformas como livros, intervenções e exposições e um ambiente multifuncional para performances de skatistas. Deste eixo participam nomes como osgemeos, Nunca, Titi Freak, Vitché e Speto.

"Mauditos" representa uma geração de artistas graficamente subversivos, que se expressou principalmente durante os anos 80 e 90 por meio de fanzines, capas de discos, cartazes de shows e pranchas de skate. Fazem parte da ala trabalhos atuais de MZK, Alberto Monteiro e Lauro Roberto, bem como instalações produzidas por artistas como Fernando Schiavon e Fabio Zimbres. "Mauditos" também oferece uma retrospectiva de Billy Argel, com coleções de pranchas de skate e ilustrações originais deste que definiu a estética adotada pela cultura do skate no país na década de 80. Por fim, os visitantes poderão assistir ao documentário "Eu Sou Como o Polvo", de Sávio Leite, com desenhos, texto e narração do quadrinista Lourenço Mutarelli, e a uma seleção de animações experimentais.


A terceira seção é "Autoindicados", com trabalhos de artistas representados em grandes galerias e que participam de Bienais. Nela, o público pode deparar com pinturas, desenhos, esculturas e instalações, seleção de fanzines e livros de artistas como Onesto e Sesper, e obras "site specific" [feitas especialmente para a mostra] de artistas como Alex Hornest, Flip, Vitché, Onio, Sesper e João Lelo.

A produção norte-americana é representada por uma seleção de trabalhos integrantes da exposição itinerante "Beautiful Losers" -- uma coleção de 28 gravuras, obras audiovisuais da fotógrafa e cineasta Cheryl Dunn e seleção de fanzines--, além de instalações in loco dos artistas Thomas Campbell, Barry McGee e Steve Powers.

Com uma programação tão diversificada, era de se esperar que a organização não assumisse uma postura despretenciosa. "A exposição reflete um universo muito mais complexo que o da arte urbana. É um momento histórico de convergência com as manifestações pré-estabelecidas e a aceitação do público é prova disso", comenta "Pexão".


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"TRANSFER - ARTE URBANA & CONTEMPORÂNEA. TRANSFERÊNCIAS & TRANSFORMAÇÕES"
Quando: de 18 de julho a 12 de setembro de 2010
Onde: Pavilhão das Culturas Brasileiras (antigo Prodam) - Parque Ibirapuera (r. Pedro Alvares Cabral, s/nº, São Paulo-SP). De terça a domingo, das 9h às 18h, com entrada até as 17h
Quanto: Grátis
Informações: 0/xx/11/5083-0199 e site da mostra "Transfer"

quarta-feira, 26 de maio de 2010

NEGO premiado na Bahia













NEGO foi premiado como Melhor Curta Experimental no III Bahia Afro Film Festival, realizado em Cachoeira, Bahia. A premiação foi realizada na noite do dia 22 de maio de 2010, no auditório do Centro de Artes, Humanidades e Letras da UFRB. O júri composto por Diogo Gomes, Luiz Wendhausen, Fernanda Aguiar, Carneiro Martins, Guilherme Sarmiento e Goya Castro.

http://news.bahiaafrofilmfestival.com.br/?p=677

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Terra na Suíssa






Bang Bang do Terceiro Mundo – ein Western aus der Dritten Welt. Oder: Ganz gewöhnliche Dinge passieren ganz ungewöhnlichen Leuten. Eben solchen, die Freunde in der Schule, beim Arbeitsplatz und seit der Kindheit haben; oder solchen, die Briefe auf Papier schreiben; oder jenen, die sich täglich darum kümmern, dass die Kleidungsstücke farblich aufeinander abgestimmt sind. Neben diesen ganz normalen Leuten spielt in der Animation «Terra» eine gute Prise Zynismus mit.

Bang Bang do Terceiro Mundo – Um faroeste do terceiro mundo. Coisas totalmente comuns acontecem á pessoas totalmente incomuns. Também á aqueles que tem amigos na escola, no trabalho e desde a infância, ou á aqueles que escrevem carta sobre papel; ou ainda á aqueles que se preocupam com que as cores das roupas estejam combinando. Ao lado desta pessoas ...tão comuns, na Animação, Terra, o cinismo tem uma boa premiação.

Exibição Mo 24.05., 22:15h / Mi 26.05., 18:15h, Festivalkino Cinema Z3

http://www.videoex.ch/videoex10/film.php?film_id=1287&subprog_id=324&prog_id=92

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Kombucha, una lucha por la sobrevivencia














Kombucha, una lucha por la sobrevivencia
por Alejo Gutiérrez Oróstica

Los caminos del cine y el lenguaje audiovisual son infinitos, es en esta búsqueda donde siempre resultará interesante ver nuevas propuestas donde imagen sonido y tiempo se conjuguen de modo de comunicar diferentes escenarios, es en este contexto que llega Kombucha, film de Savio Leite, que no tiene problema alguno para mostrar como se puede jugar con estos elementos. Resulta muy interesante como el realizador utiliza tan poco tiempo (solo 2 minutos 17 segundos) para sugerirnos tantos mensajes.

En Kombucha, podemos apreciar una mirada que comunica con lo ancestral y lo originario. Observamos a la mujer de naciones del altiplano en Latinoamérica, tratado desde una perspectiva minimalista, con ese cuadro de microscopía en que se deja ausente el todo, dando una visión de un microcosmos que es posible observar, pero sin llegar a una compresión de su totalidad y de la riqueza cultural existente allí por generaciones. Esa mirada microscópica es la que también encierra a una bebida proveniente de la fermentación de hongos unicelulares extraídos del mar (Kombucha), que representan parte del acervo cultural de todo un pueblo. Es la mujer como elemento de origen y de vida la que también se muestra en la lucha por la sobrevivencia en la ciudad, tratando de insertarse en un espacio que ya no le pertenece, lleno de autos y calles de cemento que son la nueva selva donde la mujer deambula vendiendo mercancías. Es en una mirada honesta, que hacia el final nos sumerge en esas aguas calmas, las mismas donde el hombre transita en embarcaciones con formas de dragones nipones; apreciamos como la mujer vuelve al mar tratando de encontrar una salida, quizás en el origen, es la condena a muerte de toda una cultura, teniendo como única oportunidad la desconexión y búsqueda de la alegría por medio de la celebración y el festejo frente a la realidad sombría del siglo XX

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Alejo Gutiérrez nació en el 18 de marzo 1970 en Chile, realiza estudios de medicina general en la Pontificia Universidad Católica de Chile. Desde muy temprana edad se desarrolla como un líder social en La Pintana, un lugar que ha visto crecer. Así, a finales de los 80 participa activamente en varias organizaciones sociales haciendo hincapié en su papel de presidente del Centro Cultural Espacio Joven (1988-1990). Entre 1991 y 2008 se desempeño como parte de la junta directiva del Centro de Desarrollo Comunitario de Generación Siglo XXI, entidad en las que participa en la fundación de la primera estación de radio comunitaria en La Pintana, desempeñandose como Director de Programas.

En 2004 fundó el Colectivo Cultural LAIDEAFIJA continuar con el proyecto galpón cultural donde se desempeña como productor y gestor cultural, realizando una variedad de actividades culturales y comunitarias entre ellas el “Día Nacional del Cine” donde está a cargo de la producción en la sede de La Pintana , en el año 2007 es el co-productor Segundo Festival de Cine de las Ideas y productor de la primera edición del Festival de Cine Social de La Pintana FECISO, desempeñándose en esta labor hasta la actualidad en que FECISO realiza su quinta versión. También es elegido como representante de la Pintana ante la entidad RECIPP-Chile, que reúne a los líderes sociales y laborales de todo el país. Junto con el colectivo LAIDEAFIJA es responsable de producir las actividades para la formación de un ciudadano de la red cultural en La Pintana, la realización de diversos tipos de eventos artísticos culturales. En 2008 y 2009 es productor general y actor en la película ”Mitómana”. En 2010 actúa en cortometraje La Mano ambos trabajos dirigidos por el cineasta José Luis Sepúlveda. Actualmente trabaja intensamente en su cortometraje de animación “Cotacabezas”.